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Orgulhosamente Vigiense

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José Ildone (Vigia, 1942) iniciou os estudos na Vigia e depois em Belém (Seminário Metropolitano, Colégio Estadual Paes de Carvalho e UFPA). Formou-se em Letras em 1976. Na Vigia, que divulgou pelo Brasil afora e onde apoiou inúmeras atividades sócio-culturais, lecionou por várias décadas. Foi secretário municipal, vereador, vice-prefeito (presidindo a Câmara Municipal) e prefeito, em eleições diretas. Dirigiu por muitos anos várias entidades locais da área cultural. Eleito Professor do Ano e Vereador do Ano, tem seu nome aposto em escola municipal.

Colabora há décadas em jornais e revistas de Belém: Folha do Norte, A Província do Pará, O Liberal, Mensagem, Gol e Aspectos – nesta, como editor especial, junto a Assis Filho. Tem proferido palestras, integrado júris (inclusive de carnaval belenense), recebido homenagens e comendas. Em 1987 colaborou com a TV Cultura para realização de documentário sobre Vigia. Participou de encontros e congressos no Pará, Rio, São Paulo e Brasília, e recebeu convites para cursos de Administração Pública na Espanha e EUA.

Vários poemas seus foram musicados e apresentados em público, estilo jogral, em Vigia e Belém. Em 1981 ingressou na APL. Preside a Comissão que elabora a Introdução à Literatura no Pará. Presidiu até 1990 a APE – Associação Paraense de Escritores, que representa no Conselho Diretor da Fundação Cultural do Pará. Como diretor de Documentação e Divulgação da Imprensa Oficial do Estado, editou o Suplemento Cultural (1983 a 1986), coordenou edição de vários livros (como Personalidades no Pará). Em 1987 foi homenageado pela Escola de Samba Estação Primeira da Vigia, com o samba-enredo “José (Poeta) Ildone”.

Conquistou primeiro lugar em inúmeros concursos e recebeu várias láureas em concursos de poesia, reportagem sobre a Amazônia, música, peça teatral (julgado pelo SNT/RJ, em 76), crônica e conto. Possui alguns livros premiados inéditos e peças teatrais Uirapuru e A Arraiada (encenadas na Vigia), além de Cativeiro. Participou da antologia Poetas Contemporâneos, organizada por Henrique Alves, e editada pela GM do Brasil.

Livros: Tiradentes-Sangue Derramado pelo Ouro da Liberdade & Canto no Campo. 1974; Chão d’Água. Poesia. Belém, CEJUP, 1980. Mais 5 edições. Prêmio Vespasiano Ramos 1979 da APL. Escolhido para leitura no Vestibular da UFPA; Luas do Tempo. Belém, 1983; Romanceiro da Cabanagem. Belém, Secretaria de Educação de Belém, 1985. Menção Honrosa da UBE/RJ; A Hora do Galo. 1987; e Trilogia do Exílio. 1987 – estes todos de poesia. E ainda: A História da Imprensa Oficial do Pará, em 1985.

Do livro Poesia do Grão-Pará (Rio, Graphia, 2001, seleção e notas de Olga Savary)

 

 

 

A desenvoltura no exercício da constante pesquisa o envolveu na implantação do Museu Municipal da Vigia (2004), ocasião em que se encarregou do levantamento de dados históricos abrangendo a região do entorno do Rio Tauapará, onde, a partir do século XVII, instalou-se a missão jesuítica de Tabapará e o Engenho escravocrata Santo Antonio da Campina, pertencente ao Barão de Guajará. Tal atividade proporcionou descobertas importantes, aventuras e experiências curiosas, estimulando a ideia de se produzir meios para que o resultado do trabalho chegasse ao domínio popular. Daí estreia a figura do escritor, com a publicação do primeiro livro, intitulado “Tauapará”.

 

 

                Após dois anos, a produção literária resulta no segundo livro; porém desta vez, o autor, munido de um relevante acervo de informações históricas, busca inserir a nova obra no gênero romance, deixando de lado o compromisso com a linguagem científica e normatizações acadêmicas, criando personagens de apoio inspirados em suas vivências, que protagonizam uma instigante aventura investigativa, combinando ficção e informações reais, para relatar as histórias lendárias que rodeiam as igrejas antigas e o subterrâneo da cidade da Vigia. O livro chama-se “A Sala Secreta da Mãe de Deus”, lançado na Vigia, em Belém e Macapá/AP.

                Este livro, segundo José Ildone, além de abordar de forma muito própria os informes provenientes da pesquisa, destaca-se por ser, talvez, o primeiro no gênero romance policial na região.

 

 

                Em 2008, o terceiro livro: “Cinco de Agosto”, escrito em parceria com José Ildone. A obra é um resumo da pesquisa dos dois autores sobre a trajetória da Sociedade Literária e Beneficente Cinco de Agosto, fundada em 1871, da qual ambos são filiados. A entidade é uma das mais antigas do gênero no Brasil e precursora da Academia Paraense de Letras, fundada pelo vigiense Domingos Antonio Raiol, o Barão de Guajará.

 

                A obra literária mais recente foi lançada em 2011, sob o título “O Enigma da Confraria da Coroa”, que é uma sequencia de “A Sala Secreta da Mãe de Deus”, pois são mantidos os mesmos personagens, quatro anos mais velhos, agora envolvidos numa trama misteriosa, que tem como cenário as igrejas atribuídas a Antonio Landi, em Belém, cuja personalidade histórica tem estreitas ligações com a corte portuguesa do século XVIII, que tinha pretensões de se instalar na Amazônia, e Landi seria o guardião de um segredo guardado até os dias de hoje. O livro foi lançado em Vigia e Macapá, aguardando por um lançamento em Belém.

 

                Diante da boa aceitação de leitores de várias faixas etárias e do posicionamento positivo da crítica, o autor adotou o gênero romancista e já desenvolve mais um livro, intitulado “De volta ao porão”, que em 2013 recebeu o Prêmio Nacional de melhor romance.

FOTOS DA PREMIAÇÃO DO LIVRO DE VOLTA AO PORÃO

DE WILKLER ALMEIDA NO TEATRO MARGARIDA SCHIVAZAPPA

PRÊMIO NACIONAL DALCIDIO JURANDIR - PROMOVIDO PELA INSTITUIÇÃO TANCREDO NEVES

José Ildone

Wilkler Almeida

Raul Lobo

Paulo Cordeiro

Bartolomeu J. de Barros

Bartolomeu, ou "Seu Bartô", como é conhecido lançou no ano de 2009 um breve histórico sobre a cidade da Vigia, contando tudo que se passou nesses 400 anos com fatos nunca antes relatados. Seu Bartolomeu por muitos anos também foi Diretor da Escola Bertoldo Nunes.

"ZIMBA" O nome primitivo do Carimbó vigilengo, surgido nas rodas do Engenho Santo Antonio da Campina (Tauapará).
Na imagem, a capa do livreto do historiador vigilengo Francisco Soeiro, de 1978. (in memórian)

“As modinhas e cantorias foram inspiradas pelo próprio trabalho que era sujeito o negro, bem como todas as coisas que o cercavam (objetos, animais, plantas, etc...). Até mesmo os suplícios que eram submetidos eram cantados e representados coreograficamente.”
Professor Francisco Soeiro, sobre o “Zimba” e as origem de nosso Carimbó.

Francisco Soeiro

Domingos Antônio Raiol (O Barão de Guajará)

Domingos Antônio Raiol, primeiro e único barão de Guajará, (Vigia, 4 de março de 1830 — 27 de outubro de 1912), foi um político brasileiro.

Filho de Pedro Antônio Raiol e de Arcângela Maria da Costa Raiol, casou-se com Maria Vitória de Chermont. Formado pela Faculdade de Direito do Recife, em 1854, foi procurador da Fazenda Nacional no Pará, além de deputado provincial várias vezes e deputado geral na 12ª legislatura, em 1864, pelo Pará, em 1900 fundou a Academia Paraense de Letras.

Foi presidente das províncias de Alagoas, nomeado por carta imperial de 23 de junho de 1882, de 3 de setembro a 11 de dezembro de 1882, do Ceará, de 12 de dezembro de 1882 a 17 de maio de 1883, e de São Paulo, nomeado por carta imperial de 30 de junho de 1883, de 18 de agosto de 1883 a 29 de março de 1884.

Agraciado barão em 3 de março de 1883.

A Academia Paraense de Letras (APL) é a entidade literária máxima do Estado do Pará. Acha-se instalada à Rua João Diogo, 235, bairro da Cidade Velha em Belém do Pará. Foi fundada por Domingos Antônio Raiol – o Barão de Guajará em 3 de maio de 1900, uma das mais antigas do Brasil, posterior apenas à Academia Cearense de Letras e à Academia Brasileira de Letras.

A data da criação da Academia Paraense de Letras coincide com a do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, e ambos ocuparam o mesmo local para suas sessões e seu expediente. A reunião de criação das duas entidades foi conjunta. No entanto, não há registro conhecido de ata da referida reunião. O Barão de Guajará publicou os livros Motins Políticos, que narrava a invasão dos Cabanos em Vigia sendo que o mesmo foi testemunha visual quando criança o acontecido sendo seu Pai Vereador Antônio Raiol um dos mortos no ataque ao Trem de Guerra de Vigia.

CLIQUE NA CAPA DO LIVRO E LEIA SEU CONTEÚDO NA ÍNTEGRA.

Francisco Ferreira de Vilhena Alves

Francisco Ferreira de Vilhena Alves, nasceu em Vigia, no dia 03 de fevereiro de 1848.

Nada se sabe a respeito de sua infância, juventude e primeiros estudos. Adulto, foi professor, poeta e prosador, publicando muitas obras.

Em 1868 lançou um livro de poesia denominado “Monodias”, bem como outro intitulado “Melodias”.

Como muitos escritores paraense integrou a “Mina Literária”, associação ligada às letras, inaugurada oficialmente em 1º de janeiro de 1895.

No ano de 1900, Vilhena Alves, com outras personalidades paraenses participou da fundação do Instituto Histórico e Geográfico do Pará (IHGP). Naquele local de encontro da intelectualidade paraense, versada na história e realidade amazônica, tornou-se Vilhena Alves o 2º secretário do IHGP. Também foi responsável pela “Comissão de pesquisa de documentos” e da “Comissão de estatutos e redação” da revista publicada pelo Instituto, no qual ocupava a cadeira número 39.

Foi colaborador do jornal “Província do Pará” e da revista “Ciências e Letras”.

            Vilhena Alves faleceu em Belém no dia 09 de julho de 1912. Em sua homenagem foi nomeada uma escola estadual em Belém, na Avenida Nazaré.

Entre suas obras encontra-se:

“Compêndio de análise moderna”: Lexicologia e Sintática (1895)

“Enlevos Poéticos” (1871)

“Exercícios de Português” (1900)

“Gramática Portuguesa: curso superior” (1895)

“Monodias” (poesias, 1866)

“Miscelânea Literária” (coleção de artigos, 18--?)

“Primeira Gramática da infância” (18--?)

“Segunda Gramática da infância: curso médio” (1897)

“Seleta Literária” (1900)   



 

Alves de Sousa

Alves de Sousa nasceu na Vigia a 12 de novembro de 1882. Filho de Antônio Alves de Sousa e de Olinda Alves de Sousa. Mudou-se, muito moço ainda, para prosseguir seus estudos em Belém, matriculou-se no antigo Atheneu Paraense, educandário de merecido conceito, do qual era diretor e proprietário o professor Bertoldo Nunes.

Poeta e jornalista, ainda adolescente, Belém o consagrou como uma das mais vigorosas personalidades de sua geração. Conquistou no jornalismo um nome glorioso. Foi redator de A Província do Pará, deputado estadual e secretário de O Estado do Pará. Fundou e dirigiu em Belém, após a queda das oligarquias, o diário – “A Capital”. Transferiu-se para o Rio de Janeiro. Tornou-se ali uma das figuras mais dinâmicas do jornalismo, alcançando singular relevo como diretor de O País, jornal que marcou época na  política do Rio de Janeiro, e que foi empastelado após a revolução de 30.

Desgostoso e arruinado, aceitou a oportunidade que Orlando Dantas lhe ofereceu na redação do Diário de Notícias em 1931. Morreu como modesto redator daquele matutino carioca, em 04 de dezembro de 1943.

Como poeta, publicou ainda em Belém, em 1904, o volume Crepusculário, que teve larga repercussão, “Equatoriaes”. Deixou ainda muitas poesias e versos esparsos, assim como alguns trabalhos dramáticos de merecimento.



 

Marco Aurélio Gouveia Furtado Belém

Paraense, nascido na cidade histórica de Vigia, em 11 de outubro de 1938, oriundo de família amazonense, filho de José Furtado Belém Júnior e Noêmia Gouveia Furtado Belém, casado com a pedagoga vigiense Maria das Graças Palheta Furtado Belém. Estudou o curso primário no Grupo Escolar Barão de Guajará, em Vigia; em 1951 ingressou no Seminário Metropolitano Nossa Senhora da Conceição, em Belém; aos 18 anos concluiu o curso de formação de professor secundário (CADES); lecionou  Latim e Francês por mais de uma década, em Vigia, no Ginásio Bertoldo Nunes. Posteriormente, habilitou-se aos cursos de Licenciatura Plena em Pedagogia, Docência em Disciplinas Pedagógicas e Direito, concluídos com louvor na Universidade Federal do Pará.

No serviço público acumulou longa experiência e exerceu o cargo de Prefeito de Santo Antônio do Tauá/PA (1963/1964; e Prefeito do Município de Vigia (1971/1973), mandatos que lhe valeram o título de Doctor Honoris Causa em Administração.



 

Marilda Siqueira Cardoso da Silva

Nasceu no dia 21/03/1957, em Vigia de Nazaré. Passou parte de sua infância numa praia que o pai batizou de Cedro. O resto da infância até a juventde morou numa casa de pau-a-pique, na Av. Barão de Guajará, em Vigia. Seu pai chamava-se Mário de Oliveira Cardoso e a mãe, Cândida Siqueira Cardoso.

Veio de uma família de 9 irmãos, estudou o primário (agora ensino fundamental) na Escola "Barão de Guajará", hoje museu, e o ginasial na Escola "Bertoldo Nunes", onde concluiu o 2º grau em Magistério.

Iniciou sua vida profissional em 1977, como professor a na Escola Abraão Ataíde. Foi supervisora, coordenadora, professora e diretora. Atualmente está aposentada.

Integrou o grupo de quatro professores idealizadores da implantação da Universidade Estadual do Pará (UEPA) na Vigia.



 

Vigiense, nascido em 06 de abril de 1964.

É graduado em Licenciatura e Bacharelado em História, pela ESMAC.

Especialista em Saberes Africanos e Afro-brasileiros na Amazônia (UFPA).

Começou a escrever em 2007. Participou por três anos consecutivos da Feira Pan Amazônica de livros em Belém. Publicou vários artigos nos jornais de Vigia: O Pescador e Folha do Salgado. Artigo publicado na  Revista cientifica – Unichapeco, 2013, em parceria com o prof. Dr. Assunção José Pureza Amaral.  Entre homens e mulheres, escravizados e libertos, campo e cidade – eis as tias “negras” do carimbó na fronteira do saber na cidade da Vigia. O mesmo artigo também foi publicado no livro Entre os rios e as florestas da Amazônia. Belém: UFPA, GEAM. Artigo publicado no livro Da Universidade ao quilombo: extensão, pesquisa, educação e sociabilidade na Amazônia. Castanhal/PA: UFPA, 2015. Carimbó “Dança da Onça”: Expressão da identidade negra na cidade de Vigia/PA – Noticias históricas. Também em parceria com o prof. Dr. Amaral.

 

É sócio e ex- tesoureiro da Sociedade Literária e Beneficente “Cinco de Agosto; Membro da Academia de Imprensa de Belém e da Academia Curuçaense de Letras, Artes e Ciências.  Tesoureiro do Conselho de Jornalista Região do Grão-Pará

Manoel Aves Rayol

Alves Rayol nasceu em 1º de setembro de 1908 na cidade da Vigia de Nazaré, estado do Pará, onde iniciou seus estudos com a professora Dalila Dolores Franco Lobato. Ingressou, logo depois, numa escola pública da cidade, hoje Escola Estadual de 1º grau Barão de Guajará. Aos 14 anos, foi balconista no comércio de Augusto Rayol Cardoso.

A partir de 1931, foi 1º Oficial Amanuense e Secretário nomeado da Prefeitura do Município.

Em 1943, transferiu-se para Santa Izabel do Pará na função de Secretário da Prefeitura, exonerando-se em 194.

É aposentado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística como agente administrativo.

Começou a escrever seus poemas ainda moço e alguns dos seus escritos foram publicados em jornais da Vigia, Capanema e Primavera.

Na década de quarenta, colaborou nos jornais "Caeté de Bragança"" e "Gleba de Primavera" com poemas e crônicas.

Parte do seu acervo literário ainda encontra-se inédito.

O autor de "Flor de Espuma", obra poética sequência do poema "Evocando a Vigia de Nazaré, considera-se sem preconceito de escola, estilo ou forma.

A publicação do livro Memorial de Manoel Alves Rayol, não só define as suas emoções, mas também o sucesso obtido no labor intelectual ao longo de seus 100 anos de idade. O Memorial é uma lição de vida.  



 

Jorge Raul Barbosa Lobo

” Raul Lobo”

Nasceu em Vigia de Nazaré, estudou no Grupo Escolar “Barão de Guajará” e no Colégio “Bertoldo Nunes”, onde concluiu o 2º grau com habilitação em Magistério. Em Belém, Auxiliar de Enfermagem, Saneamento, Vigilância Sanitária, formado Técnico em Turismo e Hospitalidade pelo IFPA – Campus Vigia de Nazaré, Gestão em Cultura na UFPA, participou de vários minis cursos como: Inventariação da Oferta Turística e Planejamento de Estudos e Pesquisas em Turismo na Faculdade Pan-Amazônica - FAPAM, Responsabilidade Sócio Ambiental em Canaã dos Carajás, Educação Ambiental no ICMBio Parauapebas e em Canaã dos Carajás, pela Ecollogy Brasil.

Começou suas atividades em cultura e turismo aos 16 anos. Participou dos movimentos do Centro Universitário de Treinamento e Ação Comunitária (CRUTAC) como voluntário, órgão da Universidade Federal do Pará.

Sócio do Interact Clube de Vigia, sendo presidente. No Colégio “Bertoldo Nunes”, foi eleito Vice–presidente do Centro Cívico Estudantil Dr. Marcionilo Alves, ao lado de Raimundo Alves, vindo assumir no ano seguinte a presidência; participou do Rotary Clube de Vigia como sócio e presidente, membro da Sociedade Literária e Beneficente “Cinco de Agosto”, e presidente por três mandatos – 2000 a 2001, 2013 a 2014 e 2017, em 2000 como presidente, trouxe para Vigia de Nazaré, a Academia Paraense de Letras, e Instituto Histórico e Geográfico do Pará, para uma seção especial em homenagem ao seu centenário, como presidente da “Cinco de Agosto” discursou nas duas sessões.

Como pesquisador, foi convidado para realizar as pesquisas e implantação do Museu Municipal.

Escreveu como colaborador para os jornais: “O Pescador” e a “Folha do Salgado”, em Vigia de Nazaré, e “A Voz de Nazaré” de Belém do Pará, fez parte da equipe que escreveu o Jornal “Novo Milênio”, ao lado do escritor vigiense José Ildone.

Promoveu em Vigia de Nazaré, show e exposições culturais. Participou das peças de teatro “Era uma Vez um Homem” de autoria de Emanuel Franco e “O Messias” de Monteiro Cecim, ambas dirigida por Emanuel Franco, dirigiu a peça teatral “Paixão de Cristo” por 12 anos em Vigia com apresentação ao ar livre na sexta-feira santa, com texto adaptado por padre Alberto Trombini (Barnabita), com a participação de 60 jovens atores amadores de Vigia de Nazaré.

            Em abril de 2009 dirigiu a peça Paixão de Cristo, em Manaus Estado do Amazonas na Igreja de Nossa Senhora de Fátima no bairro do mesmo nome e Núcleo 23 com a participação de 30 jovens da comunidade.

Em 2000, lançou um folder de turismo com o título “Vigia de Nazaré, Berço da Amazônia”, como pesquisador, contribuiu para o site: www.vigiadenazare.com.br, do Banco do Brasil, com várias pesquisas cedidas. Participou de congressos, seminários, conferências, workshop de turismo, jornalismo, patrimônio cultural e outros.

Ministrou palestras na Universidade da Amazônia (UNAMA), para os cursos de Gestão Empresarial e Turismo; na Faculdade Paraense (FAP), para o curso de Administração empresarial, Universidade Federal do Pará (UFPA), para os cursos de pedagogia e Turismo em Belém e Castanhal e para a turma de Especialização em Planejamento e Patrimônio Cultural; Faculdade Integrada Brasil Amazônia (FIBRA) para o curso de História; Faculdade Pan Amazônia (FAPAM) para o curso de Turismo; Universidade do Estado do Pará (UEPA) cursos de Letras, Matemática, Geografia e História; Na Pastoral do Turismo Religioso órgão da Basílica Santuário de Nazaré, no I Seminário de Turismo Religioso; No Balaio da Cultura, realizado pelo Instituto Histórico Artístico Nacional (IPHAN), Na I Jornada Acadêmica de Turismo, promovido pela FACTUR/UFPA e escolas de Belém como: Teorema, Vera Cruz, Berço de Belém, Madre Celeste, Paes de Carvalho, Nossa Senhora do Perpetuo Socorro, Ipiranga, Ideal, CESEP; Nossa Senhora de Lourdes e Serra Freire (Icoaraci) e Colégio Sistema, este último de Ananindeua; Escola Nikkei, Jardim das Rosa e Marieta Emmi de Santa Izabel do Pará e Escola Municipal “Tancredo Neves” e Escola Técnica “Vale dos Carajás” para os cursos Técnicos de Enfermagem e Meio Ambiente em Canaã dos Carajás.

Contribuiu para o Museu Contextual (SECULT) em Vigia de Nazaré e membro da elaboração do livro e cartilha do “Museu Contextual” editado pela Secretária de Cultura do Estado; com as revistas Ver-o-Pará de Belém e Troféu Pesca esta com circulação em todo o Brasil com sede em São Paulo e PZZ revista paraense com circulação em 60 pontos no Brasil e na França.

            Exerceu as funções de Secretário de Cultura e Diretor da Biblioteca Municipal “Alves de Sousa”, na administração municipal de Mimito Barata, Diretor das Escolas Municipais “Tia Pê” e “Noelândia” e Técnico do Departamento Municipal de Turismo na Administração do prefeito Noé Palheta (segundo mandato) em Vigia – Pará.

            Recebeu os títulos de Honra ao mérito do Governo do Estado do Pará, por ocasião dos 15 anos de Extensão Rural no Pará (EMATER), do  Departamento de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural DPHAC da Secretaria Executiva de Cultura SECULT, pela participação no Projeto Museu Contextual do Município de Vigia de Nazaré e  da Câmara Municipal da Vigia de Nazaré, pelos relevantes serviços prestados ao município na área de cultura e turismo, que foi de fundamental importância para o reconhecimento da história da Cidade.

Como auxiliar de produção contribuiu com a TV Cultura do Pará, TV Liberal, TV RBA e TV SBT, com matérias e entrevistas sobre Vigia de Nazaré.

Com a EPTV - Rede Globo Campinas São Paulo, concedeu entrevista para o Programa Terra da Gente, que abrangeu Vigia de Nazaré, Belém (Ver-o-Peso) e Manaus, programa que foi ao ar no mês de março de 2008.

Apresentou por três anos o Programa de Rádio denominado Encanta Pará, na Rádio Moreno Braga AM 1470 KHZ, programa cultural, de notícias e mensagens, de 2006 a 2009, foi correspondente em Vigia da Radio Cultura do Pará FM 91,3 (2006, 2007 e 2008).

Nos anos de 2009, 2010, 2012 e 2013, ao lado do professor, escritor, poeta e membro da Academia Paraense de Letras, José Ildone, comentou o Círio de Nazaré, dados históricos e culturais na TV Nazaré que foi transmitido para todo o mundo via internet.

Livros Lançados “VIGIALMA NOSSA”, História Cultura e Turismo, com edição do autor 2008, hoje na segunda edição, “CHÃO DA MINHA VIDA” 2011, Livro Inédito VIGIAR  e no prelo OS VERSOS DOS LOBOS, PALAVRA SEM ALMA este de poesia.

Participou da Comissão organizadora da 2ª Conferencia Municipal de Cultura como palestrante e mediador.

Membro da comissão de organização da 2ª Conferencia das Cidades no município de Vigia de Nazaré; Vice-presidente da Associação dos Amigos do Patrimônio Cultural de Vigia de Nazaré ASPAC, Presidente do Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e de Cultura, Secretário geral Vigia 400 anos, Diretor de Desenvolvimento da Cultura e Turismo de Vigia de Nazaré (2013 e 2014), Gestor de Estudos e Pesquisas de Mercado na Secretaria de Desenvolvimento Econômico em Canaã dos Carajás (2015 e 2016).

 

raullobo@live.com

(91) 99295-9545 e 98288-5590

Alameda Vereador Roberto Lobo, 69

Centro – CEP: 68780-000

Vigia de Nazaré – Pará – Amazônia - Brasil

Matéria do Jornal O Liberal, onde Raul Lobo contesta os 400 anos de Bragança

Aércio Palheta

Natural de Vigia, esse escritor viveu em nosso município de 1932 até 1953 quando foi trabalhar na capital. Aposentado do Banco do Brasil, atualmente mora em Belém com a família. Autor de vários livros, entre eles “A Revolução dos Cabanos” que ganhou menção honrosa no concurso de historiadores na Academia Paraense de Letras. Tendo em especial “Vigia ainda Ontem” de 1997 publicado pela Imprensa Oficial do Estado.

Colocando em evidência alguns personagens que fizeram parte da contemporaneidade vigiense, Aércio Palheta traz para o conhecimento dos mais jovens de hoje, várias personalidades que, atualmente, em grande parte, são desconhecidas das gerações atuais, são vigienses que muito contribuíram para o progresso de nosso município. Por isso, conhecer as obras de Aércio é obrigação daqueles que são fascinados em conhecer Vigia de outrora.     



 

Nélio Palheta

No ano em que a Poesia é escolhida como o país homenageado da XXI Feira Pan-Amazônica do Livro, a Imprensa Oficial do Estado (IOEPA) apresenta ao leitor “Equinócio”, um livro de poemas que lança o jornalista Nélio Palheta no mundo literário. A obra será apresentada ao público nesta quarta-feira, 31, às 18 horas, no estande da IOEPA, no Hangar - Convenções e Feiras da Amazônia, com entrada franca.

 

No jornalismo, Palheta somou experiência atuando na TV Liberal, na redação de O Liberal, dirigindo o Departamento de Telejornais da TV Cultura do Pará, além de trabalhos em agência de propaganda e em Assessoria de Imprensa. Sempre entre textos e reportagens, a palavra foi sua matéria-prima e sua fonte de inspiração. E a poesia caminhava nesse meio um pouco latente, e às vezes, explícita, para poucos. 

 

“Poucas pessoas sabiam das minhas incursões pela poesia”, confidenciou. “Comecei a escrever sobre coisas dos sentimentos, das paixões, dos amores – essas coisas da vida juvenil e até mesmo adulta. Mas logo descobri que podia ir além disso, e que não se pode rotular ninguém como poeta - como diz Drummond”, acrescentou.

 

Segundo ele, eram escritos sobre “dor-de-cotovelo”, ou sofrimentos da paixão. “Por não me entregar aos trabalhos cotidianos da técnica, não me identificava como poeta. Mesmo assim, fui escrevendo e encontrei, é verdade, essas forças do lirismo do mundo e do meu próprio eu” completou.

 

Ele conta que nos últimos tempos tem se dedicado quase que diariamente à poesia – ora escrevendo, refazendo, recriando -, ora lendo muitos autores. “Leio poesia quase que diariamente, e é raro o dia em que não pego uma obra. Sem essa entrega não tem poesia, criação”, ensina.

 

Início - Nélio fala sobre o nascimento de “Equinócio”. “Não tenho um momento histórico, um marco zero desse livro. Talvez ele tenha nascido quando descobri que tinha muitos poemas sobre um tema recorrente e cheio de muitas variáveis como água, mar, rio, oceano, pescador, pescaria. E com o tempo fui enriquecendo esse tema múltiplo sobre o mesmo tom com novas imagens, visões, leituras e realidades universais, históricas e até mitológicas. Mas eu sintetizaria tudo isso em um tema central que é a memória. Descobri também que o passado estava presente intensivamente nos meus poemas. E o leitor vai encontrar muitas vezes as palavras relógio, ponteiro, calendário, tempo, ontem, passado, futuro, presente", adianta. 

 

"Gosto muito disso tudo. Inspira-me Santo Agostinho ao falar do tempo. E nessa batida, é meio paradoxal lembrar daquilo que não vivi exatamente, com por exemplo, nadar, E eu não sei nadar. E por isso registro enorme saudade da maré, do rio, de pescadores e histórias que giram em torno do rio - de Vigia - que não é rio”, relatou.

 

Palheta disse que resolveu publicar os poemas depois de ouvir a crítica de várias pessoas, de estudiosos da literatura, de “amigos suficientemente críticos que não permitiriam que eu tornasse públicas bobagens em versos, de inspiração fácil. E como descartei bobagens? Cortando, jogando fora, ignorando e refazendo. É um exercício regular do meu trabalho de jornalista. Muito exigente, descartei poemas estando o livro quase na impressora, por pura autocrítica”, pontuou. Para Nélio, os poemas são memorialísticos também.



 

Lançamento do Livro Equinócio de Nélio Palheta na Feira Panamazônica do Livro.

Ranilson Chaves da Silva, paraense, nascido na Vigia em 5 de maio de 1968, professor radicado em Macapá, publicou os seguintes livros:
A Felicidade ao ver dos Versos (poemas, 1998); O Mundo Desaba e eu Escrevo (poemas e crônicas) e Amar Amor – Os Versos que Faltam em Nós (poemas, 2000) e seu último livro U.T.I. UM TREVO INTERIOR.

Ranilson Chaves é um vencedor. A vida não foi fácil para esse cidadão brasileiro que nasceu com 3 graves patologias cardíacas e, aos 33 anos, submeteu-se a uma complexa cirurgia em São Paulo - e já fez mais outras. Ele, que há dois meses perdeu sua mãe (a quem prestou comovente homenagem durante o lançamento), consegue extrair dessas adversidades o material dos seus livros. Poeta sensível, talentoso, persistente, não se deixou abater pelo desânimo. Prossegue sua jornada escrevendo, dando aulas e, sobretudo, sendo um exemplo de que a vida, que nos foi dada por Deus, é uma conquista de cada dia.



 

Ranilson Chaves

Francisco Olavo Guimarães Nunes (Vigia, 29 de julho de 1871 — 3 de maio de 1942) foi um escritor brasileiro.

O escritor Olavo Nunes mudou-se para Belém para continuar seus estudos e foi nomeado promotor público em Maracanã no seu estado, mas não existe nenhuma referência de ter feito o curso de direito, pois devido a falta de bacharéis em direito naquela época, eram nomeados leigos para exercer o cargo, o que provavelmente deve ter acontecido com Olavo Nunes.

Casou-se com Luíza Cardoso Nunes e com ela teve um filho, Olavo Guimarães Nunes Filho. Foi jornalista, escritor e pertenceu a Academia Paraense de Letras.

Olavo Nunes utilizou alguns pseudônimos, como Carlos Augusto, José do Egito e José Boêmio, destacou-se por ser um poeta romântico.

Redator do jornal Diário do Pará, criou uma coluna, chamada Musa vadia, e usando o pseudônimo de Zé Boêmio, escrevia sonetos humorísticos.

Obras

  • Retratando

  • Belém, cabocla morena

  • Ingenuidade



 

Olavo Nunes

  • Nascimento: 1873 - Vigia, PA

  • Morte: 1912 - Belém, PA

  • Descrição: Poeta, jornalista, professor. Foi colaborador da Revista Moderna, de Paris; da Arte, do Porto; da Revista Brasileira; da Folha do Norte, do Pará, com o pseudônimo de Insaroff e n'A Província do Pará, no Brasil Portugal, de Lisboa; n'A Tribuna, do Rio Grande do Norte, e n'O Jornal do Pará.



 

Teodoro Rodrigues

José Augusto Correa

José Augusto Corrêa nasceu em Vigia, mas passou a maior parte do tempo na Europa sobretudo em Lisboa e Paris. Era da Academia de Ciências de Portugal e editou várias obras de caráter teológico, filosófico e literário entre 1894 e 1926. A obra Crônica Planetária é uma narração de viagem “em torno a terra” e em seu roteiro, Augusto Corrêa inseriu sua terra natal (SOEIRO, J. I., 1991, p. 66). No anexo 1 (imagem 3) da tese temos uma imagem de José Augusto Corrêa publicada em seu livro Crônicas Planetárias de 1904.

João de Palma Muniz

João de Palma Muniz (Vigia5 de Janeiro de 1873 — Belém26 de dezembro de 1927) foi um engenheiro civil e escritor brasileiro, membro fundador do instituto Histórico e Geográfico, escritor de livros históricos e geográficos, os quais são muito valorizados devido a seriedade dos fatos narrados, não aumentando os fatos, nem colocando fantasias banais para agradar o público.

Obras

  • Adesão do Grão-Pará à Independência

  • Delimitação intermunicipal do Estado do Grão-Pará

  • Patrimônios dos conselhos municipais do Estado do Pará

  • Índice geral dos registros de terras do Estado do Pará

  • O município de Itaituba

  • Terrenos discriminados na estrada de ferro de Bragança

  • O instituto Santo Antônio do Prata: noticias históricas de sua fundação e desenvolvimento

  • Carta geográfica do município de Belém

  • Carta geográfica da zona da estrada de ferro de Brangariça e da colonização do Estado do Pará

  • A orla marginal do rio Amazonas dentro do território brasileiro

  • A faixa territorial da república brasileira

  • Imigração e colonização do Estado do Grão-Pará

  • Grenfell na história do Pará: 1823 - 1824

  • Diário abreviado

Estas obras, e as que não foram citadas, foram editadas em Belém (oficinas gráficas do: Instituto Lauro Sodré, Imprensa Oficial do Estado) e na França (Paris e Lausanne)

Eventos

Representou o Estado do Pará no VI Congresso Brasileiro de Geografia, realizado em Belo Horizonte, no ano de 1919.

Curiosidades

No município de Redenção, extremo sul do estado do Pará, existe uma escola que recebeu o nome em homenagem a João Palma Muniz. Esta unidade de ensino é uma das mais conhecidas e conceituadas da cidade, tendo grande prestígio e ensino de qualidade. Escola Engº Palma Muniz é motivo de orgulho para os alunos que a freqüentam. Justa homenagem ao grande escritor e engenheiro paraense.

Ailson dos Santos Cardoso (Ney)

Ailson dos Santos Cardoso, mais conhecido como     Ney, nasceu em Calçoene estado do Amapá em 1961, se mudou para a Vigia de Nazaré com idade de 4 meses junto com seus pais que mandou construir três embarcações vigilengas em Calçoene para transportar sua família e a mudança, a viagem até Vigia durou 12 dias enfrentando mar revolto e tempestades. A frota vigilenga era compostas de três pilotos e doze tripulantes e mais nove membros da família de Astrogildo Leal Cardoso.

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Ailson dos Santos Cardoso, é o maior conhecedor quando o assunto é vigilenga, com três livros, no qual contam a história das Vigilengas, como elas surgiram, no outro sobre os salvamentos dos hidro-aviões e o terceiro sobre a pesca na Vigia, se destaca como o maior pesquisador nessas áreas, merece nosso respeito pela sua admiração e dedicação para levar ao conhecimento do público suas pesquisas sobre as vigilengas.