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Orgulhosamente Vigiense

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A origem histórica do município está relacionada com a região de Vigia, a terra recebeu a quase totalidade do seu patrimônio territorial. O município de Porto Salvo, distrito de Vigia, desmembrado, em 1961, para constituir parte do Santo Antônio do Tauá, foi elevado à categoria de vila em 1896, pela Lei nº 357, de 11 de abril.

Borralhos, atualmente distrito de Santo Antônio do Tauá, denominado São Raimundo de Borralhos, fez parte de Vigia na condição de povoado desde 1899. Espírito Santo do Tauá, cujo nome original era Pregos, foi povoado de Vigia, a partir de 1899 e elevado a essa condição pela Lei nº 645, de 6 de junho. Finalmente, o distrito-sede de Santo Antônio do Tauá constava como vila de Vigia, no Recenseamento de 1950.

A primeira tentativa de constituir o município data de 1955, por força da Lei nº 1.127, de 11 de março, a qual foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal no mesmo ano. O município de Santo Antônio do Tauá foi criado pela Lei nº 2.460, de 29 de dezembro de 1961, com terras desmembradas da Vigia e João Coelho, este último conhecido, hoje, como Santa Izabel do Pará.

O nome Tauá adveio do vocábulo indígena que significa amarelo. Atualmente, o município é constituído pelo distrito de Santo Antônio do Tauá, sede, Espírito Santo do Tauá e São Raimundo de Borralhos.

Santo Antônio do Tauá

Cidades desmembradas de Vigia

Colares

A história do Município de Colares está vinculada ao processo de configuração original e definitiva do Município de Vigia. Nos seus registros históricos, há referência de que o povoado original evoluiu para a categoria de município, assentando em território da nação Tupinambá, a mesma que foi colonizada pelos frades da Ordem Jesuíta, por volta do século XVII, o que veio a resultar na constituição do Município de Vigia, no ano de 1693.

Nos trabalhos escritos por Palma Muniz e Theodoro Braga, encontram-se referências diretas a Colares, a partir do ano de 1833, quando foi elevada à categoria de Vila, por determinação do Conselho de Governo, nas suas sessões dos dias 10 a 17 de maio, fazendo parte do então denominado Termo de Vigia.

Colares não conseguiu se manter por muito tempo, nessa categoria, pois, embora os mesmo autores não dêem referências maiores de natureza legal, afirmam que foi rebaixada, voltando a ostentar o título de Vila, novamente, em 1883, em cumprimento da Lei Provincial nº 1.152, promulgada em 4 de abril, abandonando sua condição de simples freguesia.Por essa mesma Lei, Colares foi reconhecida como município, passando a configurar seu patrimônio territorial com terras desmembradas do Município de Vigia.

Com a proclamação da República, um novo ordenamento administrativo e político foi estabelecido no Estado e, como resultado, o Governo Provisório, mediante o Decreto nº 119, promulgado em março de 1890, criou o Conselho de Intendência Municipal para Colares.

No ano de 1901, pelas disposições contidas na Lei nº 752, de 25 de fevereiro, o Município de Colares foi extinto e seu patrimônio territorial foi anexado ao Município de Vigia. Convém frisar que por essa mesma lei, também perdeu a denominação de Distrito Judiciário.

No ano de 1905, por meio do Decreto nº 1.388, de 21 de julho, foi promovida a divisão da subprefeitura de Colares em duas e ficou ratificada a sua condição de área, sob influência da Comarca de Vigia. Em 29 de dezembro de 1961, por meio da Lei Estadual nº 2.460, Colares voltou a ganhar autonomia como município ficando, dessa forma, desmembrado de Vigia. Atualmente, conta com único distrito, que leva o seu nome e se constitui na sede municipal.

Colares

São Caetano de Odivelas

PRESUME-SE terem sido índios em fase de catequese, os primitivos habitantes do município de São Caetano de Odivelas, localizando na zona fisiográfica do Salgado.
Os fundamentos históricos dessa Cidade foram lançados na era colonial, pelos jesuítas quando desbravaram a região, através do rio Mojuim. No local onde se encontra a atual sede municipal, fundaram uma fazenda denominada São Caetano, a qual mais tarde, ficara sob a administração de prepostos do Governo.
Em 1755, a localidade foi elevada à Freguesia com no nome de São Caetano de Odivelas e, em 1833, passou a fazer parte do território de Vigia.
Em 1872, a sede da então freguesia recebeu predicado de Vila. Nessa ocasião, foi criado também o município, que se instalou em 1874. Entretanto com a extinção sofrida em 1930, o seu território fora anexado aos dos municípios de Curuçá e de Vigia, donde desmembrou-se, três anos depois.
A emancipação político-administrativa do município de São Caetano de Odivelas deu-se definitivamente, em 1935.
Os habitantes do lugar recebem o nome de ?odivelenses?.
Gentílico: odivelense

Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de São Caetano das Odivelas, em 1757.
Elevado à categoria de vila com a denominação de São Caetano das Odivelas, pela lei provincial nº 707, de 05-04-1872, desmembrado do município de Vigia. Instalado em 28-08-1874.
Elevado à condição de cidade, com a denominação de São Caetano das Odivelas, pela lei estadual nº 324, de 06-07-1895.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.
Pelo decreto-lei estadual nº 78, de 27-12-1930, é extinto o município de São Caetano de Odivelas, sendo seu território anexado ao município de Vigia.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de São Caetano de Odivelas figura no município de Vigia.
Elevado novamente a categoria de município com a denominação de São Caetano das Odivelas, desmembrado de Vigia.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 3 distritos: São Caetano de Odivelas, Perseverança e São João da Ponta.
Pelo decreto-lei estadual nº 2972, de 31-03-1938, é extinto o distrito de Perseverança, sendo seu território anexado ao distrito sede do município de São Caetano de Odivelas.
Pelo decreto-lei nº 3131, de 31-10-1938, é criado novamente o distrito de Perseverança e anexado ao município de São Caetano de Odivelas.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: São Caetano de Odivelas, Perseverança e São João da Ponta.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: São Caetano de Odivelas, Perseverança e São João da Ponta.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela lei estadual nº 2460, de 29-12-1961, são criados os distritos de São João dos Ramos e Vila Nova e anexados ao município de São Caetano de Odivelas.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 5 distritos: São Caetano de Odivelas, Perseverança, São João da Ponta, São João dos Ramos e Vila Nova.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VI-1995.
Pela lei estadual nº 5920, de 27-12-1995, desmembra de São Caetano de Odivelas. o distrito de São João da Ponta. Elevado à categoria de muncípio.
Em divisão territorial datada de 15-VII-1997, o município é constituído de 2 distritos: São Caetano e Perseverança.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.

Curuça

Marapanim

O atual município de Curuçá está situado na zona fisiográfica do Salgado.
Sabe-se que seus fundamentos históricos foram lançados no século XVIII, quando à margem do Rio Curaçá, os jesuítas fundaram a fazenda do mesmo nome, com importante feitoria de pesca onde, mais tarde, formou-se o povoado sob o orago de Nossa Senhora do Rosário.
Em 1757, no governo de Francisco Xavier de Mendonça Furtado, logo após a expulsão daqueles religiosos do domínio português, a localidade adquiriu categoria de Vila com o nome de Vila Nova D'El-Rei. Entretanto, no período da Revolução da Cabanagem, em 1833, foi extinta, ficando o seu território incorporado ao do Município de Vigia, donde restabeleceu-se, em 1850, com a primitiva denominação.
Em 1895, após ter aderido à República, a Vila de Curuçá obtve foros de cidade. Porém, a partir de 1930, sofreu outras supressões, até que, em 1933, emancipou-se político-administrativamente, em definitivo, sendo desmembrado do território de Castanhal.
O topônimo é corruptela tupi do português cruz. Segundo o Professor José Coutinho de Oliveira, significa ?lugar em que há seixos ou cascalhos?.

Gentílico: curuçaense

Formação Administrativa

Elevada à categoria de Vila com a denominação de Vila Nova Del Rei, em 1757. Sede na antiga missão de Curuçá.
Pela carta Régia de 06-06-1758, a vila foi extinta.
Elevada novamente à categoria de Vila com a denominação de Curuçá, pela Lei provincial nº 167, de 21-11-1850, reinstalada em 07-01-1853.
Distrito criado com a denominação de Curuçá, pela Lei provincial nº 271, de 16-10-1854.
Pela Lei provincial nº 610, de 21-10-1869, é criado o Distrito de Marapanim e anexado ao Município de Curuçá.
Pela Lei provincial nº 802, de 04-03-1874, foi desmembrado do Município de Curuçá o Distrito de Marapanim. Elevado à categoria de município.
Elevado à condição de cidade com a denominação de Curuçá, pela Lei provincial nº 236, de 14-05-1895.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.
Pelo Decreto estadual nº 6 de 04-11-1930, o Município de Curuçá é extinto, sendo seu território anexado aos municípios de São Caetano de Odivelas e Vigia.
Pelo Decreto estadual nº 111, de 21-01-1931, é criado Município de Marapanim, passando o Distrito de Curuçá a pertencer ao município de Marapanim desmembrado dos município de São Caetano de Odivelas e Vigia.
Pelo Decreto estadual nº 680, de 27-06-1932, transfere o distrito de Curuçá do município de Marapanim para o de Castanhal.

O território do município, localizado na zona fisiográfica do Salgado, pertencera, remotamente, à fazenda Bom Intento, fundada pelos Jesuítas em fins do século XVIII.
Com a expulsão daqueles religiosos do domínio português, a fazenda fora entregue à prosperidade particular, até que, mais tarde, o Padre José Maria do Vale, dela separou uma parte e doou-a para formação do patrimônio de uma freguesia.
Sabe-se que, em 1833, Bom Intento já integrava a jurisdição da Vila de Cintra. Essa situação prolongou-se até 1869, quando a localidade adquiriu categoria de Freguesia, sob a invocação de Nossa Senhora da Vitória. Entretanto, continuou fazendo parte integrante daquele município até quando, em 1874, emancipou-se político-administrativamente com a denominação de Marapanim. Sua instalação oficial ocorreu, em 1878. Obteve, ainda, foros de Cidade, em 1895.
Anos depois, em 1930, Marapanim foi extinto e anexado ao município de Curuça, donde se restabeleceu no ano seguinte.
O topônimo indígena, de origem tupi decompõe-se nos étimos mará ou mbará e panim ou panã + i, que significa borboletinhas d'água ou do mar.

Gentílico: marapaniense

Formação Adminstrativa
Distrito criado com a denominação de Marapanim, pela lei provincial de nº 610, de 2110-1869, subordinado ao município de Curucá.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Marapanim, pela lei provincial nº 802, de 04-03-1874, desmembrado de Curucá. Instalado em 15-01-1878.
Elevado à categoria de cidade e sede municipal com a denominação de Marapanim, pela lei estadual nº 324, de 06-07-1895.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 4 distritos: Marapanim, São Marcos, São José do Prado e Matapiquara.
Pela lei municipal nº 43, de 07-12-1911, são criados os distritos de Matapiquara, São Marcos e São José do Prado.
Pelo decreto estadual nº 6, de 04-11-1930, é extinto o município de Marapanim, sendo seu território anexado ao município de Vigia e São Caetano do Odivelas.
Pelo decreto estadual nº 78, de 27-12-1930, o distrito de Marapanim deixou de pertencer aos municípios de Vigia e São Caetano de Odivelas, sendo anexado ao município de Curuça.
Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Marapanim, pela lei estadual nº 111, de 21-01-1931, desmembrado de Curuçá. Constituído de 2 distritos Marapanim e Curuçá. Reinstalado em 03-02-1931. Sob a mesma lei o município adquiriu dos municípios de São Caeteno de Odivelas e Vigia o distrito de Curuçá.
Pelo decreto-lei nº 680, de 27-06-1932, desmembra do município de Marapanim o distrito de Curucá, para formar o novo município de Castanhal.