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Orgulhosamente Vigiense

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           Adesão de Vigia a Independência do Brasil se deu no dia 31 de agosto de 1823 e foi muito festejada pelos moradores desta vila. Essa decisão foi tomada na “casa da câmara”.

            Naquele momento o senado da câmara tinha como presidente o Vigiense Francisco Xavier Cardoso.

            No dia 22 de agosto de 1823 chegou a esta vila vindo da capital o procurador da Câmara, trazendo ordem para que nesta Vila se celebrassem a Adesão a Independência do Brasil.

No dia 24 de agosto saiu o cortejo que anunciava ao público a Adesão de Vigia a Independência que seria celebrada no dia 31 de agosto do mesmo ano, pedindo que as pessoas iluminassem as janelas e portas de suas casas, pedindo que prontamente atendido. 

(Jornal “O cinco de Agosto - 31- 08-1938)

Adesão da Vigia a Independência do Brasil

Tela do Artista Plástico Wilkler Almeida sobre a Adesão da Vigia a Independência

Um importante e histórico feriado municipal. A Adesão da Vigia a independência do Brasil (um ano depois que o país havia se tornado independente de Portugal – o fato de o estado ter demorado para aderir a independência dos colonizadores pode ser explicada pela estreita relação que eles tinham com os portugueses).

A Ata abaixo, foi publicada no Jornal “31 DE AGOSTO” – edição especial comemorativa do 31 de agosto de 1889, saída á luz nessa data, em Belém, como homenagem da colônia vigiense, ao dia da adesão de Vigia à independência do Brasil.

“Ano do nascimento do nosso senhor Jesus Cristo, mil oitocentos e vinte e três, aos trinta e um dias do mês de agosto do dito ano, nesta Vila de Nazaré de Vigia, na casa da Câmara onde se achavam reunidos, os vogais da mesma e mais autoridades, e empregados civis, eclesiásticos e militares, a fim de aclamarem com grande concurso de cidadãos, o povo, ao nosso augusto Imperador, o senhor D. Pedro Primeiro, defensor perpétuo do Brasil, o que se fez com toda a solenidade possível e depois de celebrada a missa solene, e de prestarem o juramento sobre o livro dos santos evangelhos na forma seguinte: Juro aos santos evangelhos onde ponho minhas mãos em obediência e fidelidade a sua majestade imperial o senhor D. Pedro Primeiro e aos seus sucessores, observar e fazer observar todos os seus decretos e leis existentes, manter, e defender a independência do Brasil até derramar todo meu sangue. 
Tendo todos jurados de pé, se mandou a Câmara lavrar este ato, que em testemunho de verdade, todos assinaram como João Antônio Pedroso Neves, escrivão, Francisco Xavier Cardoso, Custódio José do Carmo Barriga, Marcos José de Melo Palheta, o Procurador Martinho dos Santos Mendes, Manoel José de Sousa, José Caetano de Mello, o vigário Manoel Ferreira, o capitão comandante militar, Germano Antônio Ribeiro, o superintendente José Libório Alves, o Martinho José Gomes, Francisco de Paula Faleiro de Avelar, o tabelião-escrivão do selo, Carlos Sebastião Salgado, o professor régio João Manoel Borges, o juis do julgado de Odivelas, Caetano Antônio Malcher, João Antônio Pedroso, escrivão da Câmara, José Constantino da Silva, Ambrósio Nuno Sarmento, Antônio Manoel Cardoso, João Carlos de Sousa Ataíde, Nicásio Antonio Da Silava, José de Santiago de Jesus, José Antonio Sarmento, Simão Francisco Pedroso, Florentino de Barros das Neves, Jeronimo Gonsalves Patroni Viana Gentil e mais setenta outra assinaturas, mencionadas nos documentos que tivemos em mãos.”

Na imagem vemos a obra de artista plástico vigilengo Wilkler Almeida – Adesão de Vigia – Óleo sobre tela – que retrata de forma pitoresca o dia comemorativo em frente ao antigo Paço Municipal.