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Orgulhosamente Vigiense

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Cine Teatro Brasil

Cine-Teatro Brasil
Construído na década de 1930, o "Meu Caboclo" foi o primeiro cinema da cidade. Posteriormente chamado de Cine-Teatro Brasil, possuía um amplo salão com 700 lugares e funcionando também como teatro. Era um espaço de manifestação cultural, recebendo peças teatrais da capital e grupos de teatro amador de nosso próprio município. Também abrigou o primeiro frigorífico de Vigia no final da década de 1960.

Cine Monark

Em 1964, surge outro cinema em Vigia, intitulado “Cine Monark”, localizava-se na esquina da travessa Dr. Marcionilo Alves com Avenida Barão de Guajará. De propriedade de José Sousa Silva (conhecido por “Castanhal”). Em 1976, vendeu ao seu Osvaldino Antonio Sarmento (conhecido por Vadico). Os filmes já começaram aparecer em colorido, com exceção de “A vida de Cristo”, este era apresentado na Semana Santa, com cinco sessões, de 1h: 30 cada sessão no dia de quinta a sexta. Dentro havia cerca de 300 cadeiras de madeira, ventiladores nas paredes laterais e, tinha também um Motor Internacional, acoplado ao Gerador.  Além dos filmes, diversos cantores se apresentaram, como por exemplo, Vadik Soriano, Noite Ilustrada, Edina Fagundes, Alípio Martins, Antônio Marcos, Miltinho Rodrigues, Roberto Mira, Fredson, Adriana da jovem guarda e outros. No palco também se apresentavam, lutadores de Belém e Ilusionistas, além dos lutadores vigienses, luta livre, entre Marico, Carlito Papado, Roger, Turu, Carlito do Santico etc. Além de Cordão de Pássaros e Boi-Bumbá.  

Em 1964, os filmes em cartaz foram: “O Condenado de Altona”, “Lampião, e o Rei do Cangaço”, “A Primeira Missa”, “Mulher, Sexo e pecado”, “Não creio nos homens”, “O Pagador de Promessas”, “Maciste contra os lanceiros”, “Os comandos atacam pela madrugada”, “Ivanhoé”. Segundo o jornal local O Vigilense. 20

Diversos filmes foram apresentados, como por exemplo, Os 10 Mandamentos, Os Trapalhões, Marcelino Pão e Vinho, O dólar furado de Jeca e Tatu, O Cangaceiro, D- Jango, Mazarope, Ringo, etc., etc., etc., Além das sessões da tarde todos os domingos ás 14h: 30, onde eu não perdia o filme de Tarzan.

Em abril de 1985, o Cine Monark foi desativado. Todo o maquinário e as cadeiras foram vendidos a Manoel Carneiro Pinto, este era proprietário da Empresa de Cinemas Argus de Castanhal.  Para o Cine Monark, os filmes vinham da Empresa do Cinema Argus, no qual distribuía todos os filmes para diversas cidades.